
Como Gabaritar a Redação da FGV no CNU: Estratégia de Estudo para os Blocos 8 e 9
Se você quer gabaritar a redação da FGV para o Concurso Nacional Unificado (CNU), especialmente nos Blocos 8 e 9 do edital, é essencial alinhar sua escrita com a revisão dos conteúdos cobrados na prova objetiva. Afinal, a redação discursiva da FGV não pede conteúdo externo — ela avalia como você domina e articula o que já está no edital.
Neste guia, você vai descobrir a estratégia mais eficaz para estudar e revisar, treinar os formatos de redação cobrados pela banca e dominar os critérios de correção que garantem a nota máxima.
A estratégia de estudo e revisão proposta para auxiliar a “gabaritar” (obter nota máxima) na redação da FGV para o CNU se concentra em vincular a escrita da prova discursiva à revisão dos conteúdos do edital.
A abordagem principal é a revisão do conteúdo escrevendo.
Estratégia de Revisão e Estudo
A estratégia é organizada de forma que o candidato revise o conteúdo da prova objetiva diariamente, aplicando esse conhecimento imediatamente na prática da redação:
Foco em Tópicos Específicos: Cada tema de redação é focado em um tópico específico do seu bloco do edital (como Bloco 8 ou Bloco 9).
Revisão Diária: O objetivo é fazer um tema por dia, revisando assim um tópico do edital por vez.
Utilização de Material Existente: Para revisar, o candidato deve pegar o material que já utilizou para a prova objetiva (como resumos ou mapas mentais).
Dissertação: Após a revisão, o candidato deve partir para a dissertação, escrevendo a redação de acordo com o tema e enviando-a (ou escrevendo no caderno do gabaritador).
Essa metodologia otimiza a preparação, pois garante que o conteúdo estudado esteja “fresco na cabeça” nos dias que antecedem a prova. O conteúdo da prova discursiva é o mesmo disposto nos anexos 1 a 9 do edital (o mesmo conteúdo cobrado na prova objetiva), o que significa que o candidato já domina a matéria.
Tipos de Estruturas para Treinamento
Considerando que a prova discursiva da FGV para o CNU é atípica em relação ao seu estilo tradicional, o candidato deve treinar em diferentes formatos para estar preparado para qualquer eventualidade:
Tema com Aspectos: Formato utilizado para revisar os conteúdos, onde a proposta é dividida em tópicos (A, B, C) que devem ser abordados.
Modelo Tradicional da Banca: O estilo natural da FGV, que traz um texto motivador seguido de várias perguntas ou questionamentos.
Modelo Frase Temática: Aquele em que é fornecida apenas a frase temática central, e o candidato deve desenvolver o restante da estrutura.
O treinamento em todas essas três estruturas é necessário porque não se sabe exatamente qual estilo será cobrado na prova.
Pressupostos Essenciais da Escrita (Para Gabaritar)
Além da estratégia de revisão, a escrita deve seguir critérios rigorosos para garantir a pontuação máxima, focando no domínio da argumentação e da norma culta:
Texto Dissertativo Argumentativo: O texto deve ser fundamentalmente argumentativo (e não apenas expositivo). A intenção do candidato deve ser convencer e analisar a importância ou o papel dos conceitos, e não apenas “vomitar” o conteúdo.
Abordagem Completa do Aspecto: O candidato deve ter como prioridade abordar o aspecto (ou tópico) solicitado.
Domínio da Língua Portuguesa: A nota é 100% baseada no uso da língua portuguesa, que inclui três domínios:
Domínio Ortográfico: Envolve ortografia e legibilidade dos grafemas (letras), sendo essencial caprichar na caligrafia para evitar penalidades por dificuldade de leitura.
Domínio Gramatical: Relacionado à morfossintaxe e regência.
Domínio Textual: Inclui a estrutura do texto (introdução, desenvolvimento e conclusão), coerência e coesão na exposição das ideias.
Parágrafo Padrão (Mínimo de Dois Períodos): Para demonstrar domínio textual, progressão e coesão, o candidato não deve fazer parágrafos de um período só. O ideal é que cada parágrafo (incluindo introdução e conclusão) tenha no mínimo dois períodos.
O primeiro período deve conter a afirmação ou o argumento (abordar o aspecto).
O segundo período (e o terceiro, se houver) deve conter o desenvolvimento, a prova, a evidência, a discussão ou a justificativa.
É crucial que haja um elemento de conexão (conectivo, pronome, locução conjuntiva) entre os períodos para garantir a coesão intraparágrafos.
A estratégia, portanto, combina a revisão cíclica dos tópicos do edital com o treinamento rigoroso na escrita argumentativa, visando evitar erros estruturais (como parágrafos de um único período, introduções “mata linha” ou uso inadequado de conectivos) que comprometem a nota em Domínio Textual.
Analogia:
Pense na estratégia como a preparação de um chef de cozinha para um menu especial. A revisão escrevendo é como ele pegar cada ingrediente (tópico do edital) que já conhece, testar sua qualidade (revisar os resumos) e usá-lo imediatamente em um prato (a redação). Se ele foca em um ingrediente por dia, quando chega o dia da competição (a prova), o sabor de todos os ingredientes está fresco na memória e ele sabe exatamente como combiná-los. No entanto, não basta ter o conteúdo (ingrediente); o prato precisa ter a estrutura correta (Domínio Textual), com cada etapa (parágrafo) bem elaborada e conectada, garantindo que o jurado (examinador) não tenha dificuldade em saborear ou entender a criação.
Saiba mais na Live 238 no Youtube


0 responses on "Quer gabaritar a redação da FGV no CNU nos Blocos 8 e 9?"